Episódio 24 - Por que a marca do empregador precisa de uma reformulação (Gina Sapien)

O trabalho remoto expôs a verdadeira cultura de cada empresa, e a marca do empregador ainda não acompanhou essa mudança. Neste episódio, Gina Sapién, profissional de marketing de startups e fundadora da The Remote Marketer, compartilha por que a marca do empregador precisa de uma reformulação completa.

O trabalho remoto não mudou apenas o local onde trabalhamos; mudou completamente a forma como as empresas atraem, avaliam e retêm talentos.

Neste episódio de Freedom of Work, Leah Cottham recebe Gina Sapién, profissional de marketing de startups e fundadora da The Remote Marketer, para discutir por que a marca tradicional do empregador não funciona mais em um mundo que prioriza o trabalho remoto e o que precisa mudar.

Com mais de 10 anos de experiência em SaaS, tecnologia de RH e contratação global, incluindo a liderança de mídias sociais em uma plataforma de contratação apoiada por capital de risco, Gina agora ajuda profissionais de marketing a trabalhar remotamente e startups a construir marcas empregadoras nas quais os candidatos realmente confiam.

Antes do trabalho remoto, a cultura vivia em espaços físicos: escritórios, benefícios e proximidade. Após a pandemia, tudo isso desapareceu. O que resta é a forma como as empresas se apresentam digitalmente, como os líderes se comunicam publicamente, como os funcionários falam sobre seu trabalho e como os candidatos vivenciam o processo de contratação. Essa visibilidade mudou fundamentalmente a forma como a confiança é construída.

Gina apresenta sua estrutura de branding do empregador em três camadas, explorando:

  • Por que as pessoas não se juntam mais a logotipos, elas se juntam a culturas nas quais confiam
  • A diferença entre comercializar um produto e comercializar um local de trabalho
  • Como sua pegada digital substituiu a visita ao escritório para os candidatos
  • Por que o silêncio dos funcionários é um dos maiores sinais de alerta
  • Controle da marca versus empoderamento da marca, e por que o controle mata a autenticidade
  • Como a marca pessoal está se tornando a nova moeda no recrutamento remoto global

A conversa também aborda por que a marca do empregador não deve ser responsabilidade exclusiva do RH ou do marketing. Em vez disso, ela precisa ser compartilhada entre a liderança, as equipes de pessoas e os funcionários, especialmente em empresas distribuídas, onde cada ponto de contato molda a percepção.

Se você está montando, ampliando ou contratando para uma equipe remota ou global, este episódio oferece estruturas práticas e insights perspicazes para ajudá-lo a ir além da marca empregadora superficial e construir algo em que os candidatos possam realmente acreditar.

A marca do empregador é o que você promete. A marca do funcionário é a prova. A marca do candidato é o alinhamento.

Gina Sapién
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Fundador
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O profissional de marketing remoto